Respeito e valorizo a pluralidade dos pensamentos, a filosofia pode e deve ser plural, não virar dogma profético que impõe uma figura histórica (de outro contexto) como se fosse um profeta infalível, gramscis ou freuds ou foucaults... O que importa é a força que vem pelo pensamento, e, mais ainda, a liberdade que se exerce ao pensar e viver.
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