É bom que todo mundo se sinta enunciador
E fale o que pensa aqui e ali
É folclórico e entrópico que qualquer tolo analfabeto funcional
Possa pensar que é escritor
Porque faz um blog ou livro eletrônico ou algo assim
Tudo a favor dos blogs e dos livros eletrônicos e livros feitos com papel
Tudo a favor dos analfabetos poderem falar o quanto quiserem
Mas as pessoas não sabem mais isso eu digo os críticos
Que são uma piada no país e no estrangeiro agora
E fale o que pensa aqui e ali
É folclórico e entrópico que qualquer tolo analfabeto funcional
Possa pensar que é escritor
Porque faz um blog ou livro eletrônico ou algo assim
Tudo a favor dos blogs e dos livros eletrônicos e livros feitos com papel
Tudo a favor dos analfabetos poderem falar o quanto quiserem
Mas as pessoas não sabem mais isso eu digo os críticos
Que são uma piada no país e no estrangeiro agora
O que é a potente
escritura
E a academia que está fechando um círculo duro
E os sites e as tvs os quais formam a estulta opinião do vulgo
Que atualmente é quase todo mundo
Façamos assim, vou desenhar pra ficar lindo:
– Professor pesquisa e engaja a pessoa na pesquisa
Não impondo regrinhas, mas provocando o pensamento
Não pedindo reflexão que é fichinha mas fazendo o fomento
Da nova criação daquela e daquele cara ali
Isso assim que é cultura, aqui ou na China
– Escritor forja massas verbais e cinema invisível
De pura percepção sensível e afecções
Não é um contador de historinhas boçais
Muito menos repetidor de slogans banais
Pois veja bem todo slogan é imbecil
– Poeta é um canalizador da energia criadora
Do universo e é por isso que faz versos
Não um paspalho que se mesmeriza com os zumbis
Posso também falar um exemplo
Todo livro em que ensaio eu forjo conceitos
É assim que se pensa desde Tales até a mim
Filosofar é pensar por conceitos
Minha questão maior, que se casa com mil questões
É o puro tempo
Pra isso meu diálogo mais profícuo é com Gilles Deleuze
Ao qual associo zilhões de outras leituras e interesses
Mas isso não é uma dogmática atrasada
Entende
Não proponho nenhuma superioridade do europeu
Ou de qualquer ser humano
O que há é diálogo
De pensamentos potentes
Quando acontece é o quente o bom pra gente
Ele é um gênio e humildemente
Também penso que o século vinte é deleuziano
Agora
Quando ele fala uma besteira
O que todo ser humano mesmo os geniais podem falar
Eu não repito aquilo, porque sou um pensador
Não um ordenador a computar
E a academia que está fechando um círculo duro
E os sites e as tvs os quais formam a estulta opinião do vulgo
Que atualmente é quase todo mundo
Façamos assim, vou desenhar pra ficar lindo:
– Professor pesquisa e engaja a pessoa na pesquisa
Não impondo regrinhas, mas provocando o pensamento
Não pedindo reflexão que é fichinha mas fazendo o fomento
Da nova criação daquela e daquele cara ali
Isso assim que é cultura, aqui ou na China
– Escritor forja massas verbais e cinema invisível
De pura percepção sensível e afecções
Não é um contador de historinhas boçais
Muito menos repetidor de slogans banais
Pois veja bem todo slogan é imbecil
– Poeta é um canalizador da energia criadora
Do universo e é por isso que faz versos
Não um paspalho que se mesmeriza com os zumbis
Posso também falar um exemplo
Todo livro em que ensaio eu forjo conceitos
É assim que se pensa desde Tales até a mim
Filosofar é pensar por conceitos
Minha questão maior, que se casa com mil questões
É o puro tempo
Pra isso meu diálogo mais profícuo é com Gilles Deleuze
Ao qual associo zilhões de outras leituras e interesses
Mas isso não é uma dogmática atrasada
Entende
Não proponho nenhuma superioridade do europeu
Ou de qualquer ser humano
O que há é diálogo
De pensamentos potentes
Quando acontece é o quente o bom pra gente
Ele é um gênio e humildemente
Também penso que o século vinte é deleuziano
Agora
Quando ele fala uma besteira
O que todo ser humano mesmo os geniais podem falar
Eu não repito aquilo, porque sou um pensador
Não um ordenador a computar
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